
Se não me falha a memória, foi em 2008 que comecei a ler assiduamente os textos de Mônica Martelli. Eles estavam em um site visivelmente atrativo, e tinha como abertura a música “I Touch Myself”, em uma versão mais pop. Lá estavam todos os meus medos de 21 anos. Houve, sem dúvida, uma certa identificação. E [...]


